Por que a bruxaria é mal vista? | Patty Tsukino #1



E aí, pessoal?

Como vocês devem ter lido na semana passada, a Patty Tsukino é carioca, tem 23 anos e tem um canal no Youtube onde, entre outras coisas, fala sobre a Wicca. E ela é nossa nova parceira aqui no blog aeeeeee.

Pra começar, o vídeo dela de hoje fala sobre a forma como a bruxaria é vista e desconstroi várias ideias erradas sobre a wicca, a bruxaria e os bruxos em geral. Vá de cabeça aberta e sem qualquer preconceito, e você vai ver um outro lado da Wicca que provavelmente nunca falaram pra você!

Tá aí:


Como Se Divertir Sozinho em Casa | Mundo do Leo #2



Olá, pessoal!

Tem gente que ama ficar em casa sozinha. Pra outras isso pode ser o começo do fim da vida, uma morte lenta, cruel e aterrorizante. Se você se encaixa no segundo grupo, o vídeo de hoje do Leo é pra você. 

Ficar sozinho em casa pode ser sim ótimo e você não precisa ser um escravo do tédio. Sabe aquelas coisas que você só teria coragem de fazer quando ninguém tá vendo? Olha a chance aí. Segue as dicas do Leo e seja feliz!  

Aproveita e dá uma passada lá no Mundo do Leo no Youtube, pra ver os novos vídeos. 


Desafio do Talaveira #3: Conheça a Paolla Rubia

Fonte: Instagram



Provavelmente você já sabe o que é o Desafio do Talaveira, espero. Caso não saiba, expliquei tudo aqui. E uma das propostas do Desafio - além de acompanhar meu processo de reeducação alimentar - é convidar gente legal que já segue algum programa de alimentação saudável ou pessoas que tiveram resultados positivos em processos de reeducação para contar aqui sua experiência.

Fonte: Instagram
Pra abrir essa série convidei uma amiga querida e linda que conheço pessoalmente há um tempo, e que resolveu cuidar melhor da própria saúde. A Paolla Rúbia mora em Santo André-SP e sempre teve vontade de viver a mesma experiência de outras pessoas que transformaram o corpo e, como consequência, a mente. Saindo de um divórcio, tudo o que ela precisava era algo para se envolver. E encontrou nos treinos regulares sua "terapia" como ela mesma sempre diz. E essa terapia é diária, com treinos que duram entre 1:40h e 2h.

"Eu mesma criei minha dieta", diz ela. A programação de alimentação inclui o básico que todos sabemos ser o certo, mas nunca fazemos: muita água, pouco carboidrato, muita proteína, pouquíssimo sal, nada de açúcar, tudo isso distribuído ao longo do dia, com refeições a cada três horas.

Como fazer para manter essa dieta fora de casa? "Faço marmitas e carrego tudo o que vou comer durante o dia, assim fica mais fácil", é o segredo.

E como fazer com a vontade de comer "porcarias"? "Não passo vontade, mas procuro ser forte. Você precisa abrir mão do 'lixo' e encontrar coisas saudáveis e gostosas'".

O resultado disso veio em forma de um corpo invejável mesmo sendo mãe de dois adolescentes. Mas, muito mais do que o resultado físico, o resultado mental e a satisfação por ver o resultado dos esforços são o que motivam Paolla a não parar. Jovem, bonita e cheia de força, ela agora não quer saber de outro estilo de vida.

A Paolla é fonte de inspiração pra quem, como eu, está tentando mudar de hábitos. Valeu por participar!


Bruxas, Wicca e nossa nova parceria | Editorial #12




Assim como a religião cristã com sua concepção de deus e todos seus derivados povoam o imaginário popular e ajudou a formar a cultura ocidental ao longo dos séculos, uma figura também tão conhecida quanto o próprio deus também faz parte da nossa cultura, mas com outra conotação: as bruxas. 

Vítimas de perseguição pela Igreja durante a Idade Média, as bruxas carregam consigo todo o estigma de maldade possível a um ser humano. Atribui-se a elas personalidade perversa e feitiços crueis que podem destruir com qualquer pessoa. Além disso, a Igreja Cristã ensinou ao longo de toda a sua história que as bruxas tinham uma ligação com as forças demoníacas personificadas na figura bíblica de satanás, o anjo caído do ceu que transformou-se em anjo mau para lutar contra o bem-estar das pessoas. E, se elas tem ligação com o demônio, devem ser combatidas. No folclore popular, bruxas são mulheres velhas e más, que matam e usam pessoas em seus feitiços terríveis. Chamar alguém de "bruxa" é uma ofensa que pode acabar com qualquer amizade. Até o inocente "Chaves" de Roberto Bolãnos, tem sua bruxa, a Dona Clotilde, ou a "bruxa do 71". 

E se tudo isso estiver errado? E se séculos de ensinamentos estiveram baseados em apenas um ponto de vista? Em qual momento da história perguntou-se às bruxas em que elas realmente acreditavam?

É muito curioso que, aos poucos, mais e mais pessoas tem entendido que todo o ensinamento religioso cristão foi baseado em fábulas, histórias criadas por pessoas simples que queriam passar mensagens mas não tinham á disposição recursos mais eficientes, ou tinham à frente um público que não entenderia conceitos elaborados. A própria história de Satanás, o tal anjo caído, é uma fábula das mais inocentes para mostrar a maldade do mundo. Aos poucos tem-se conseguido mostrar o quanto as pessoas estavam erradas ao levar o texto bíblico ao pé da letra. 

Mas o estigma pesadíssimo sobre as bruxas continuou. 

É com a intenção de desfazer séculos de preconceito e ignorância sobre figuras inofensivas que a Wicca vem ganhando cada vez mais espaço no mundo, particularmente em território brasileiro. A Wicca é uma religião pagã que acredita na existência de um poder sobrenatural equilibrado em forças masculinas e femininas. Apesar de ser considerada uma das religiões mais antigas do mundo, ganhou força como religião no século XX. Os seguidores da Wicca são chamados de "bruxos" ou "wiccanos". 

Patty Tsukino
Mas não sou eu quem vai explicar isso, até porque não entendo nada do assunto, apesar de me interessar bastante. A Patty Tsukino é carioca - o sotaque não nega, wiccana, tem 23 anos e mantém um canal no Youtube onde, entre outras coisas, fala sobre a Wicca. E ela é a mais nova parceira do Quem Foi Que Disse. A partir de fevereiro ela vai trazer aqui no blog vídeos onde fala sobre a Wicca de um jeito simples, leve e claro. É impossível não mudar de opinião sobre a Wicca depois de assistir os vídeos dela. 

E, além dos vídeos sobre Wicca, ela fala sobre um pouco de tudo: filmes de terror, séries e coisas aleatórias.

Aguarde!

A Minha Casa | Crônicas #65




Por Wes Talaveira


Você fez aquela viagem que vinha programando há alguns meses. Tudo é empolgante. Desde o momento do embarque no avião até a chegada ao local onde você pretende ter dias incríveis. Conhece gente diferente, visita pontos turísticos, conhece a história do lugar, frequenta as melhores baladas e bares, almoça com amigos, anda pela cidade, sente a simpatia e a receptividade das pessoas do lugar. Faz fotos ótimas que te farão recordar da viagem por alguns bons anos, e a cada vez que olhar as fotos vai se recordar com detalhes do contexto que a envolveu. 

O que pode ser melhor que isso? Apenas a sensação de voltar pra casa. 

Ao chegar em sua cidade, parece que o ar muda. Você já está acostumado até com a temperatura e o cheiro de poluição. Relembra as mesmas dificuldades para conseguir um taxi e não estranha a falta de simpatia do motorista, que simplesmente destrava o porta malas e deixa que você se vire com sua bagagem enquanto responde alguém no Whats App. Pega o trânsito de sempre até sua casa. Ao chegar, tem a mesma dificuldade de sempre para abrir o portão que estava meio emperrado e que só abre se você der aquela puxada de leve para cima. 

Ao entrar em casa, vê caída no quintal a revista que você assina e a conta de luz, mais cara que nos outros meses, além de algumas sujeiras que vem da rua. Ao abrir a porta, exceto o cheiro de casa fechada que fica impregnado no ambiente, tudo está do jeito que você deixou: a xícara marrom em que você tomou café antes de sair para viajar, o tapete preto meio bagunçado perto da porta, a almofada desalinhada no sofá, o controle da TV em cima do roteador da internet, a tampa do fogão levantada e a cama bagunçada, e lembra que no dia da viagem acordou atrasado e nem teve tempo de estender a colcha meio rasgada na ponta que você sempre usa. A pasta de dente no banheiro ficou em cima da pia e a toalha molhada ficou estendida no banheiro, agora já seca pelos dias que ficou sem uso. 

Ao entrar em casa você relembra rapidamente os dias maravilhosos que teve na viagem, mas a sensação que tem é um misto de saudade, vontade de voltar e, ao mesmo tempo, alívio por ter voltado. Mas, se a viagem foi tão boa, tão empolgante, porque o alívio por ter voltado? 

Porque, por melhor que tenha sido a viagem, lá não era sua casa. 

Na sua casa você já conhece com detalhes cada problema: o chuveiro que você precisa forçar a chave na posição “inverno” para que realmente aqueça, a porta da cozinha que tem um vão grande demais e facilita a entrada de baratas, e você remedia com um tapete dobrado todos os dias antes de dormir. O controle da TV que tem um leve defeito no número 4 e que te obriga a digitar o canal 339 e pular um canal cada vez que quer assistir as notícias no 340. 

Como diria Marina Colasanti, a gente se acostuma com essas pequenas coisas, mas não devia. Eu sei que não devia, que a gente devia consertar essas coisas, e etc. Mas desculpa Marina, são essas pequenas coisas que fazem a minha casa ser o lugar onde me sinto à vontade, onde posso baixar a guarda e me despir da capa social para ser eu mesmo. 

Na minha casa eu fico só de cueca e meia, ando descalço e como frango direto da panela. Na minha casa eu posso peidar e ainda dar risada do barulho. Na minha casa eu posso limpar o dente com a língua. Na minha casa eu posso ver aquele vídeo no Youtube da loirinha de shortinho dançando “esse bumbum que faz tumbalatum”. Na minha casa eu arroto, falo palavrão e corto a unha do pé, e ainda dou risada do tamanho gigante do meu pé 43/44. Na minha casa eu canto no chuveiro como se estivesse me apresentando no intervalo do Super Bowl e agradeço o público pelo carinho; faço penteados bizarros no cabelo, faço sorriso de personagem de mangá com o umbigo e os mamilos, visto a camiseta que ganhei há anos numa promoção do cinema e que já está bem gasta, mas tem aquele cheirinho confortável. 

Na minha casa estão as minhas coisas: minha estante já pequena para a quantidade de livros, que agora ficam empilhados. Meu notebook lento que está com uma das dobradiças quebradas, o que exige certo cuidado quando levanto a tampa; minhas canetas dentro da caneca de cerâmica com a letra de “Socorro”, do Arnaldo Antunes; minha mesa de bugigangas, onde ficam minhas latas decoradas coma bandeia da Inglaterra, meus carrinhos do tempo de criança, meus vários CDs empilhados, meus enfeites comprados no Rio nas férias de 2014, os bonsais que comprei na Liberdade ano passado quando minha amiga do interior veio para cá e outras várias coisas que vez por outra tenho que tirar pra limpar por causa do pó que acumula. 

A minha casa não é a maior, a mais bonita nem a mais luxuosa do bairro. Não tenho os melhores dispositivos tecnológicos que facilitam o dia a dia e blá blá blá. Mas na minha casa eu tenho o que não tenho em qualquer outro lugar: liberdade total. Na minha casa estão meus pertences e minha história, o que me faz ser eu mesmo. 

E é tudo isso que faz minha casa ser o melhor lugar do mundo.


***



Wes Talaveira
Publicitário, consultor de mídias sociais e inbound marketing, escritor e blogueiro há quase 10 anos. Já escreveu no Insoonia quando o blog ainda estava hospedado no servidor da MTV, além de outros portais de opinião.  

12 Motivos Para Votar em Jhenny Andrade no MMA Awards | Freakpedia #50




Wes Talaveira


Fala, gente bonita, td bem?

Seguinte, o MMA Awards é tipo um Oscar que escolhe os melhores de cada categoria no universo MMA. E tem brasileiro concorrendo no prêmio, ou melhor, uma brasileira linda e de um carisma sem igual, a gata da Jhenny Andrade, que é Ring Girl oficial e concorre nessa categoria. Bastante gente já votou, mas algumas pessoas talvez ainda nem saibam do prêmio, ou saibam mas tenham a intenção de votar em outra candidata.

Por isso nós aqui do Quem Foi Que Disse, que não somos nada imparciais e nem um pouco democráticos, vamos te dar doze ótimos motivos pra votar na Jhenny e esquecer as outras candidatas - também lindas, mas nenhuma que se compare à nossa candidata. 

Segue aí:


1) Ela te ensina a ficar em forma:



Como você acha que ela conseguiu esse corpão? Pra ficar gostosa saudável como ela é necessária muita malhação e muita atividade física, e ela não só faz como te ensina a fazer. Se o resultado vai ser o mesmo depende de você, mas que ela ensina, ela ensina! 



2) Ela manda bem na cozinha!


Tipo, deve mandar bem, eu acho! Sei lá...



3) Ela sabe trocar pneu de carro:


Pneu do carro furou! Quem você chama? A Sul América? O seu Zé da oficina da rua de baixo da sua casa? Que nada, chama a Jhenny, ela resolve o problema na hora!



4) Ela conta as melhores piadas:


Sabe aquela piada genial que vai fazer você virar o mais popular da empresa? Aprenda com ela!



5) Ela sabe fazer comida japonesa:



A única comida japonesa que você conhece é yakissoba? A Jhenny te ensina toda a arte da culinária japonesa pra voce mandar bem com quem quiser!



6) Ela treina MuayThai:


"Oh, e agora, quem poderá me defender?" "Eeeeu" "A Jhenny Andrade"!



7) Ela é madrinha da FAB - Força Aérea Brasileira:


Sei que o que eu vou falar é o supra sumo da piada de tiozão, mas ninguém melhor pra ser madrinha da FAB do que um avião como a Jhenny (Carlos Alberto de Nóbrega, me contrata!).



8) Ela é boa na sinuca:


Quer companhia melhor pra sinuca?



9) Ela gosta de interagir com os fãs:



Quem mais você conhece que autografaria tanta coisa pra mesma pessoa? Só ela!



10)  Ela frequenta bibliotecas:


Sim, ela gosta de bons livros, e os busca mesmo em locais de difícil acesso! 



11) O Wes Talaveira prometeu cantar uma música do Wesley Safadão se ela ganhar o MMA Awards


Porque, se isso acontecer mesmo, essa será uma cena que vai entrar para a história da internet! hahahaha



11) Ela dança como ninguém:



Não há tomada de luz que atrapalhe quando ela quer dançar.



12) A mãe dela:





"Olha isso, eu sou sua mãe..." HAHAHAHA

A mãe dela é um espetáculo à parte, e merece todo o respeito dos fãs, primeiramente por ter colocado um espetáculo de mulher como a Jhenny no mundo. E não apenas por isso, mas por fazer coisas como as que ela fez no vídeo acima!  


***

Enfim, já votou na Jhenny? Se ainda não, só votar em www.worldmmaawards.com/vote. É rápido e dá pra votar quantas vezes quiser. 

Ódio gratuito na internet | Mundo do Leo #1




Wes Talaveira e Tayhnar Petrovna


E aí, pessoal!

O Léo Vaz @eu_leleo é ator de teatro e YouTuber, dono do canal Mundo do Léo, e a partir de hoje vai publicar aqui no Quem Foi Que Disse alguns dos seus vídeos. Para estrear, ele fala sobre ódio gratuito na internet e sobre essa sensação de que "tudo pode" nas caixas de comentários dos sites. Duvido achar alguém que nunca xingou ou foi xingado na internet. 

Taí:



Desafio do Talaveira #2: focando no almoço saudável



Por Wes Talaveira

E aí, pessoal! 

Uma das maiores dificuldades de quem tenta perder peso é o fato de almoçar fora quase todos os dias da semana. Trabalho de segunda a sexta e não tenho tempo de preparar a famosa "marmita" -além de eu não saber cozinhar nada. E pra completar as opções que tenho para almoçar fora são poucas e nada saudáveis. Como lidar?

A salvação veio em forma humana, com nome de mulher e sobrenome masculino: Nayara Catarino, a linda nutricionista e proprietária da Nutrifit Foods, empresa de marmitas fitness que entrega em toda a cidade de São Paulo - até no fim do mundo onde eu moro. Sério, me impressionei com as marmitas, tanto pela qualidade como pela apresentação. Muito bem embaladas, dá pra ver que feito com muito carinho, além de um cardápio bem variado, isso sem falar no tamanho das marmitas, maiores que a média da "comida de passarinho" que a gente costuma ver por aí. E pra completar a delicadeza no atendimento desde o primeiro contato, a simpatia da Nayara que fica evidente no cuidado com o trabalho. O resultado não poderia ser diferente. 




Ao longo dos dias vou comentando minhas impressões sobre cada cardápio da Nutrifit no @desafiodotalaveira, mas já gostei muito do que vi.  

Foco na dieta, humanos!

Ani Rocha | BloGirl #13



Por Wes Talaveira

Sabe essas mulheres seguras de si o suficiente pra levar a vida da forma como ela mesma acha melhor, sem se importar com o que os outros vão dizer ou pensar? Ela é um ótimo exemplo disso. 

Dançarina de funk, Ani Rocha não tem o menor receio em expor sua sensualidade, que fica nítida em cada foto ou vídeo que posta em suas redes sociais. Em seu canal no Youtube mostra todo o gingado da mulher brasileira quando dança de forma tão sensual que seu quadril parece ter vida própria. Erotização da mulher? Uso da imagem feminina como objeto de prazer? Ela prefere chamar tudo isso de liberdade de ser o que quiser, inclusive ser sensual. O uso que os outros irão fazer do que ela posta é problema dos outros, não dela. Ela apenas se diverte sendo ela mesma. Isso é ser mulher de verdade: ter segurança o suficiente para fazer o que quiser e ser quem ela quiser, seja santa, seja recatada, seja sensual. 

Por tudo isso Ani Rocha é a BloGirl de Janeiro do Quem Foi Que Disse.


(CONTEÚDO SENSUAL, DIRECIONADO A MAIORES DE 18 ANOS. SE VOCÊ É MENOR DE IDADE OU SE INCOMODA COM CONTEÚDO SENSUAL, SIGA PARA OS DEMAIS POSTS DO BLOG)

Diversas formas de se chegar numa garota sem ser babaca | Freakpedia #49

Fonte na imagem


Por Wes Talaveira


É isso, pessoal: o ano mal começou, mal nos despedimos daquela data linda cheia de amor e coisas fofas chamada Natal, e já estamos com a cabeça na pegação do Carnaval! Tudo bem, ninguém é de ferro. Só que, junto com essa época, chegam as diversas reclamações de mulheres com homens babacas que não conhecem os limites do bom senso na hora de chegar numa garota. Mas para isso está aí ela, essa linda que nos ensina e educa todos os dias: a internet! 

Achei hoje no Facebook da Maria Clara uma lista com diversas "alternativas" para se chegar numa mulher sem ser babaca. Achei tão incrível que resolvi compartilhar aqui! 

Chamar ela pra apostar corrida, 
Puxar um assunto qualquer sobre a fantasia, 
Começar a cantar que o nosso santo bateu o amor da sua vida sou eu, 
Fazer piada, 
Chamar pra dançar, 
Perguntar se ela tem purpurina pra te dar, 
Elogiar a purpurina, 
Dançar Raça Negra pra ela, 
Falar sobre como ta calor, 
Dar uma espada de plástico na mão dela e chamar pra duelar, 
Chamar pra brincar de pique, 
Chamar ela de qualquer nome aleatorio so pra puxar assunto, 
Elogiar o pé dela, 
Dizer que quando vc era criança vc sempre quis ser o jacaré do Tchan, 
Dançar na boquinha da garrafa, 
Berrar que ama friends (todo mundo ama friends), 
Perguntar porque ela ta mancando, 
Pedir um gole da catuaba dela, 
Se apresentar, 
Falar que ta com fome, 
Perguntar se ela quer um churrasquinho, 
Perguntar se ela sabe qual ônibus vai pra São Gonçalo (se for em São Paulo pode ser Terminal Santo Amaro) 
Plantar bananeira na frente dela, 
Chamar pra jogar capoeira etc 

COMO SER UM COMPLETO BABACA SE APROXIMANDO DE UMA MULHER NO CARNAVAL: 
Fale qualquer uma dessas frases: "Nossa que goxtosa", "Ô deliciosa vem aqui", "Nossa que raba é essa", "Eu comia todinha", "Que peito mais delicioso"; 
Fazer qualquer uma dessas coisas: puxar pelo braço, puxar pelo cabelo, fazer rodinha em volta da mina e do cara e começar a gritar BEIJA BEIJA!

Viu? É ABSURDAMENTE MAIS FACIL SER MUITO GENTE BOA do que ser um completo babaca. Na moral, faz um esforço aí. Eu sei que voces conseguem. Ah, e só pra lembrar: QUANDO EU DIGO NÃO É NÃO.

Desafio do Talaveira #1: A primeira semana




Por Wes Talaveira

Fala, pessoal! Tudo certo? 

Pra quem ainda não sabe o que está acontecendo aqui, eu sou o Wes Talaveira, adm do Quem Foi Que Disse e, como quase a metade da população brasileira, estou acima do peso. Como vim anunciando no Insta esses dias, lancei o Desafio do Talaveira @desafiodotalaveira, uma forma de me cobrar mais para manter o peso ideal, além de usar minha experiência para mostrar à outras pessoas comuns como eu as dificuldades e particularidades do processo de reeducação alimentar. Digo “pessoas comuns” no sentido de ser um dos milhares de comedores de coxinha e batata frita que não entende o cardápio dos milhares de blogueiros fitness que pipocam todos os dias! rs Terei alguns parceiros por aqui, que apresentarei no decorrer das semanas, além de convidados que vão mostrar aqui um pouco da sua rotina de dieta e treinos. 

Essa foi a primeira semana em que assumo de fato o desafio. Como ainda estou sem acompanhamento nutricional – o acompanhamento vai começar no final de janeiro - comecei por conta própria com as recomendações básicas. Cortei farinha de trigo, açúcar, gorduras, embutidos, coisas que estavam presentes no meu café da manhã. A verdade é que a gente até sabe o que cortar, mas sempre espera o pior pra tomar alguma atitude. 

Não é a primeira vez que assumo o desafio de perder peso. Em 2015 assumi o mesmo desafio e até tive ótimos resultados – cheguei a perder mais de 20 kilos, mas uma série de problemas pessoais me fizeram regredir em praticamente tudo o que tinha conquistado. Pra resumir: ganhei de volta todo o peso que perdi! 

Sim, isso desestimula muito. E a pergunta que todo gordo faz num momento como esse é: pra que continuar? Bom, eu teria duas alternativas. Uma delas seria ficar o resto da vida comprando roupas cada vez maiores, murchando a barriga quando começam a conversar sobre dieta, reclamando sobre como meu peso me atrapalha, sobre como ser gordo afasta as mulheres – sim, afasta, fazer longos discursos sobre como a sociedade quase criminaliza o obeso, sobre a ditadura da magreza, jogar a culpa no Temer e no capitalismo e blá blá blá. Outra alternativa seria tirar a bunda amorfa da cadeira e fazer algo pra recuperar o tempo perdido, já que ainda sou jovem e sei o que deve ser feito. 

Eu escolhi a segunda alternativa. 

Claro, o discurso é bonito. A prática é muito mais difícil do que parece. Vai exigir força de vontade. Por exemplo: sou o tipo viciado em chocolate, daqueles que comem uma caixa de bombom em uma conversa, que mata uma caixa de Bis no intervalo do jogo, daqueles que comem qualquer coisa que tenha chocolate. Desejo chocolate quase o tempo todo. Ficar sem chocolate, ou pelo menos reduzir a quantidade, vai ser mais difícil do que qualquer outra coisa. Pra isso a terapia me ajuda a entender a necessidade de doces, que está aliada com a necessidade de prazer. Sim, há algo que cause sensação de bem-estar maior do que comer doces? Mas é uma sensação de bem-estar acompanhada pela culpa que, logo em seguida, pesa na consciência e te faz sentir muito pior do que antes, o que te leva a desejar mais doces, e mais, e mais. Percebeu o ciclo vícioso?

Por isso chamei minha proposta de "desafio". Porque para algumas pessoas, perder peso não é tão fácil quanto parece. Mas quero mostrar aqui que é possível. Até mesmo para os comuns, os que não se encaixam nos padrões dos perfis fitness mas que precisam perder números na balança. Tamo junto!

Semanalmente vou postar no Facebook e no Instagram a evolução do desafio. Acompanhe, comente, critique - só pega leve que a coisa é difícil mesmo... haha

Até mais!


***


Wes Talaveira

Publicitário, consultor de mídias sociais e inbound marketing, escritor e blogueiro há quase 10 anos. Já escreveu no Insoonia quando o blog ainda estava hospedado no servidor da MTV, além de outros portais de opinião.  Vez por outra se arrisca no teatro e na música, seja como trompetista ou como cantor.

Maria Rita em: O Primeiro Cliente | Profissão Acompanhante #1




Por Maria Rita


Não sou garota de programa em tempo integral. Sou publicitária de formação e trabalho numa grande agência de propaganda, e o trabalho de acompanhante serve mais como hobbie, depois de selecionar bem o cliente que vou atender. Prefiro me resguardar do risco de ser reconhecida por algum cliente que tenha atendido no trabalho. 

E meu começo foi tão ao acaso quanto minha vida no sexo pago. Já há algum tempo minha amiga Alice (nome fictício), que é garota de programa, me convidava para ir numa balada liberal com ela. Nem era tão liberal assim, quase uma balada comum, mas frequentada por muitas garotas de programa de alto nível de SP. Nesse dia resolvi ir, mas minha preocupação era: e se ela conseguisse um cliente e passasse a noite, eu ia voltar sozinha? Foi aí que surgiu a ideia da Alice: por que você não se passa por uma garota de programa? Você gosta de sexo, o pessoal que frequenta a balada é muito interessante. Dê um preço alto, se alguém topar pagar melhor pra você! É a mesma coisa que sair com um cara no primeiro encontro, mas dessa vez você vai receber por isso! 

No começo não tinha aceitado não por preconceito, pois tenho muitas amigas em SP e em outros estados que são GPs, mas sempre achei que não conseguiria fazer isso. Só que nesse dia resolvi tentar. Estava muito afim de sair pra um lugar diferente e a ideia dela era bem interessante. 

Comprei uma roupa específica pra essa balada (vestidinho preto justíssimo, muito decotado e curto, sapato preto de salto bem alto), além de caprichar na maquiagem. Estava pronta para o "ataque"! rs Naquele dia eu estava decidida: ia ser uma garota de programa! Vai que eu gostasse e resolvesse continuar!  

Chegamos na balada. Realmente o público de lá era bem interessante. Nunca vi tanto homem bonito no mesmo lugar! Ficamos de bobeira por ali, e logo começaram as abordagens. Alguns tentavam tirar algo de graça, e eu só correspondia com sorrisos maliciosos. Um dos rapazes chegou até a Alice, lhe deu um beijo no rosto e, conversa vai conversa vem, perguntou o preço dela. Combinaram e saíram dali naquele momento mesmo. Quando a Alice foi, ela me entregou a chave do carro e disse: "pode usar o carro, não tenho hora pra voltar" hahah E ainda cochichou: aproveite a noite! 

Um pouco depois de ela ir um rapaz se aproximou. Estava de terno, mas sem gravata. Pelo jeito tinha vindo direto do trabalho. Muito perfumado e com jeito de ser meio tímido. 


Jesus já voltou. E nós o matamos novamente | Reflexão #57




Por Wes Talaveira


Um dos pilares da fé cristã é a crença de que, algum dia, Jesus Cristo irá voltar ao mundo. A forma como isso se dará varia de acordo com cada vertente cristã, mas todas creem nisso: em um determinado momento, Jesus não só virá a esse mundo novamente como irá levar embora todos os que são fieis - acontecimento que os protestantes chamam de "arrebatamento". 

A verdade é que Jesus já voltou. Esteve entre nós. E mais uma vez o matamos. 

No dia de Natal - por coincidência, o dia escolhido para se comemorar o nascimento de Jesus - um homem foi assassinado dentro da estação Pedro II do metrô de São Paulo. Dois homens bêbados o agrediram até a morte. O motivo: o homem tentou defender uma travesti que, não fosse por ele, provavelmente seria a vítima da noite. 

Esse homem, um senhor simples e de poucas posses, morreu por tentar defender um marginalizado, morador de rua. Esse homem, que ninguém sequer sabia existir antes do ocorrido, arriscou a própria pele para defender a dignidade de uma travesti que ele provavelmente não conhecia, e que ninguém até agora sabe quem é. 

Alguma semelhança entre as duas histórias?

E, assim como há dois mil anos atrás, nós o matamos novamente. "Nós?", alguns vão perguntar. Sim, nós. Um dos assassinos disse não ser uma "má pessoa". Claro, para ele não há nada de errado agredir uma travesti, é apenas uma bicha. A intenção dele era pegar só a "bicha". O velho entrou no meio e acabou sendo vítima do "impulso" de um homem "bom", quer queria pegar "só uma bicha". Quem se importa com um "traveco", ainda mais um traveco morador de rua, provavelmente com mau cheiro e mal vestido? Quem liga pra pessoas assim? O velho ligou. Enquanto o velho era covardemente agredido, uma pequena multidão se aglomerou em volta, sem que nenhuma pessoa tentasse pelo menos segurar os agressores. Eram várias pessoas, conseguiriam segurar, se quisessem. Enquanto o velho era covardemente agredido, nenhum segurança do metrô sequer desconfiou da ação; talvez estivessem mais ocupados espantando algum ambulante vendendo bala Halls em algum vagão. Enquanto o velho era covardemente agredido, câmeras registravam a ação, sem que ninguém se mobilizasse para o que estava acontecendo. Só depois do velho morto é que o socorro apareceu, que a indignação surgiu, que o sentimento de justiça veio à tona novamente na sociedade. Só depois do acontecido. Enquanto acontecia ninguém moveu um dedo. 

Notou mais alguma semelhança entre as duas histórias?

Esses dois assassinos representam a nós todos. Nos representam quando defendemos a morte de pessoas que consideramos dispensáveis na sociedade - lembrem: a intenção deles não era matar o velho, eles queriam pegar a travesti. Nos representam quando dizemos que "bandido bom é bandido morto", mesmo sem definir bem o que consideramos ser um "bandido". Nos representam quando decidimos nossas diferenças no "olho por olho", na vingança cega. Nos representam quando separamos as pessoas em escalas, sendo que umas estão acima e outras abaixo, e as que estão abaixo não merecem qualquer atenção, apenas nosso ódio. Os seguranças do metrô nos representam também. Nos representam quando somos indiferentes à luta dos que não conhecemos, por estarem "distantes demais". Nos representam quando preferimos coisas a pessoas. Nos representam quando fugimos à nossa obrigação e preferimos algo menor, de pouca importância. 

Jesus já voltou ao mundo. Na verdade ele volta todos os dias. Ele toma ônibus com você, ele entra no metrô, ele se senta ao lado na praça, ele pisa no seu pé na rua, esbarra em você e derruba sua pipoca no chão. Jesus está em Aleppo, na Uganda, no Iêmen, na Brasilândia, na rua paralela à da sua casa. 

O ambulante foi um Jesus que matamos. O matamos porque ele, mais uma vez, defendeu um marginalizado. Matamos mais um Jesus. Quantos mais mataremos?


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Wes Talaveira
Publicitário, consultor de mídias sociais e inbound marketing, escritor e blogueiro há quase 10 anos. Já escreveu no Insoonia quando o blog ainda estava hospedado no servidor da MTV, além de outros portais de opinião. 

Mia Khalifa: do pornô aos esportes | Freakpedia #48

Fonte: Instagram



Por Taynar Petrovna


Oi pessoal, tudo bem com vocês?

Se você é homem (e provavelmente algumas mulheres) você provavelmente conhece Mia Khalifa, a atriz pornô libanesa que movimentou a internet entre 2015 e 2016 com seus filmes polêmicos, principalmente porque em um deles ela usava uma burka. Isso gerou revolta entre os muçulmanos de várias partes do mundo, ela teve a conta hackeada por extremistas e foi ameaçada de morte caso colocasse os pés no Líbano novamente. Como ela não tem lá muita intenção de sair doa EUA, onde vive atualmente, ela não se incomodou muito, mas claro que toda essa repercussão negativa entre pessoas que já tem a fama de não serem muito compreensivos deve ter causado lá um certo medo nela. 

Fato que, tenha isso tudo algo a ver ou não, ela resolveu abandonar o pornô e se dedicar a outra coisa a qual ela sempre dedicou atenção: os esportes. Em suas contas no Twitter e no insta ela se intitula "The D.C. Sports Girl", pois ela acredita que sua influência na internet ajuda os times de Washington a ganharem popularidade, principalmente os Wizards (basquete), Redskins (futebol americano), Capitals (hóquei), Nationals (beisebol) e Florida State, time de futebol universitário não de Washington, mas também seu time de paixão.





Ela não tem formação jornalística, mas frequentemente é convidada para comentar esportes em programas de rádio, além de assinar uma coluna num jornal pequeno. Os times em si nem sempre gostam da "militância", pois os comentários dela costumam ser bem "ácidos".

Mas que, gostem ou não, ela comenta, não volta atrás no que diz e está ganhando espaço! Vai Mia!

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Freakpedia é a coluna de humor e variedades do Quem Foi Que Disse. Até 2016 eles eram um blog de humor de sucesso na internet, e após encerrar as atividades, trouxeram pra cá todo seu conteúdo.


Ray Schneider, a BloGirl de 2016 | #EspecialBloGirl




Por Wes Talaveira e Lari Oliveira


Sim, meus caros, temos uma vencedora! Depois de um concurso com mais de 10 mil votos - sim, dez mil votos - para escolher a melhor BloGirl de 2016, nossos leitores escolheram a BloGirl de novembro Ray Schneider como vencedora, com quase 37% dos votos, numa disputa apertadíssima - foram 37% da Ray Schneider contra 35,9%  de Bruna Corradini, a segunda colocada. 

Obrigado a você que votou, que se envolveu, divulgou, enviou mensagens - recebemos diversas mensagens de garotas interessadas em participar do BloGirl 2017 - enfim, a você que entendeu a proposta da série e levou a sério nosso Especial. 

Se você já é leitor do blog, já sabe que a série BloGirl tem a tarefa de, mais do que publicar ensaios sensuais, reeducar os homens na forma como admirar a beleza feminina, com ou sem nu. Algumas das maiores publicações masculinas no mundo perceberam isso e mudaram seu posicionamento, e essa coluna tem a intenção de contribuir na missão de tornar o mundo um lugar melhor para as mulheres. Como? Expondo a beleza delas e ensinando os homens a admirar da forma certa.

Caiu de paraquedas aqui agora e nem sabe o que é o BloGirl? Veja aqui!

Veja agora mais algumas fotos da BloGirl 2016 Ray Schneider!

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